E foi do meu ventre, que acho podre, que você inventou de surgir como um fantasma que percorre meus sonhos e agora meus presentes pensamentos infantis. Quando só sonho, tem tudo de cor-de-rosa, arco Iris, e bombom de chocolate. O medo de ser presente não te nega, ó sonho, te pôe nos braços com receio imenso de te deixar cair ou chorar.
Porque vontades? Porque? Vontades erradas podem gerar acontecimentos errados? E o q tem de certo e errado nessa realidade que não me deixa alternativa, senão assistir a esse jogo estranho do eu com o mundo, e do eu com os eus,
e com o Meu.
Não, não quero chamar a ti, sonho meu, de errado, cuspo da minha boca as palavras que a pouco proferi. Tu és só sonho, e eu só culpa. E talvez, se por acaso me procurares sonho, nessa coisa esquisita que eu chamo de realidade, prometo que me espantarei com tua verdade, mas que quando o relógio rodar, serei só tua, e não daquela velha amiga chamada culpa.
(vômito às 20h20)