segunda-feira, 20 de julho de 2009

jaboticaba doce

Um vento frio, a casa escura, cheia de luzes incandescentes, e você a me olhar com seus pequeninos olhos cor de jaboticaba. Quem dera eu ser capaz de parar o presente no infinito daqueles olhos de jaboticaba com os quais você me fita. me despe, me engole, me entende e sorri pra mim.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

é porque pra falar merda eu tô preferindo não dizer nada