Queria ter coragem de te mandar embora. Assim como um cachorro que expulso a tapetadas. Sai Rex, sai Rex!!
É que na lembrança a casa parecia tão aconchegante sem teus latidos, mas sem eles talvez sobre um hiato entre meu quarto e o mundo lá fora. Então eu sento na poltrona fofinha, te faço carinho e você lambe minha mão.
Um comentário:
A gente não devia, mas se acostuma com tudo, acho que é só prá depois sentir saudade.
A saudade é covardia.
beijos, minha linda!
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