sábado, 27 de março de 2010

covarde

Queria ter coragem de te mandar embora. Assim como um cachorro que expulso a tapetadas. Sai Rex, sai Rex!!
É que na lembrança a casa parecia tão aconchegante sem teus latidos, mas sem eles talvez sobre um hiato entre meu quarto e o mundo lá fora. Então eu sento na poltrona fofinha, te faço carinho e você lambe minha mão.

Um comentário:

Sueli Maia (Mai) disse...

A gente não devia, mas se acostuma com tudo, acho que é só prá depois sentir saudade.
A saudade é covardia.

beijos, minha linda!