esquivo-me. fujo da mente podre que não se sente. é que sou várias, e como muitas não me satisfaz nem o sujo nem o limpo, nem o podre nem o fresco, nem o ontem nem o hoje, nem o justo nem o canalha; e muito menos o leve ou o pesado. Sou múltipla, e de amar assim em cima de cordas que nunca se encontram, hei de cair desse trapézio.
1 comentários:
OI MARCELA,ADOREI LER ESSE PENSAMENTO SEM TITULO POSTADO EM29 DE MARÇO,VC PARECE SER UMA PESSOA MUITO INTELIGENTE E AGRADAVEL DE SE CONVIVER,PARABENS POR ISSO.
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